me peguei dançando sozinho sob a fraca luz do sol nascente, ainda escondido atrás das nuvens, e de repente não estava mais em meu corpo. fui para um lugar diferente. onde haviam montanhas e florestas verdes-musgo, na placa de madeira na entrada da cidade estava escrito everwood, e foi isso que uma voz me disse.
então, numa cabana, ela me abraçou. dançamos valsa, beijamos, sonhamos, ela disse "a casa está cheia de flores e você nem percebeu..." e eu respondi "percebi, lindas as orquídeas". "babaca!" ela respondeu, e me beijou. noites e noites se passaram desde o primeiro abraço, e nunca mais ela ia me soltar. nunca mais eu queria ser solto, também. dançamos valsa, andamos nas florestas, nos beijamos debaixo de uma cerejeira, corremos, "você é tão bonita de admirar", "quando eu te quiser, esteja em casa, esteja na sala", e pra sempre ali eu estaria, sempre.
nós nos beijamos no sofá. dançamos com taças de champagne na mão, nos abraçamos sempre, fizemos amor aquecidos pela lareira. vivemos juntos eu e ela. disse "amo amo amo você". "também amo você", mas de repente uma voz me acordou daquele transe.
"em everwood, é tempo de abraços".
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.