podia ver ao longe o contorno dela aparecendo de encontro às luzes fortes que vinham da caminhonete, correndo em minha direção. já estavamos presos no carro a algumas horas e ao ver aquele desfiladeiro, aquela vista desconcentrante, resolvemos parar. e por horas, fitamos aquela imensidão que se esticava até encontrar o horizonte, onde o sol começava a mostrar sua face. seu rosto parecida mais iluminado do que nunca, e em silêncio assistimos o dia nascer, enquanto minha mão encostada na dela tremia levemente.
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havia bombas caindo ao meu redor e mesmo assim eu dançava ao som do cap'n jazz sem me importar com nada.
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