me encontrava em queda livre, onze andares durando uma eternidade.
uma eternidade que me separava do chão.
antes da queda, uma pergunta.
segundos depois, um clarão.
olhos fechados, uma voz ecoava por perto.
era o céu ou apenas nossos sonhos emaranhados?
a dúvida, persistia.
será que, ao abrirmos os olhos, a queda chega ao fim?
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