não saber pra onde a estrada de mármore vai me levando, mas hoje me sinto flutuar pelos paralelepípedos brancomarrom, ou pelas rodas que movem a cidade, ou mesmo ao leito, admirando de novo o teto, ao som de berros e melodias cálidas, batidas e mais batidas invadindo o quarto e adoçando meus ouvidos, que mesmo dormindo eu sentia a presença daquela aura aconchegante.
as plantas me faziam sentir e sentir, e ao menor toque, eu estava a dançar de novo, a valsa não tão solitária.
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