sábado, outubro 29, 2005

green notebook chronicles, pt VI

fios que fazem pular as marionetes não se romperão tão cedo na cidade da chuva (que agora pode ser chamada de cidade dos espelhos) onde todos parecem meros reflexos, onde o original já se distorceu devido às aguas passageiras.
andar entre um bando de corpos-sem-personalidade uniformizados é como andar em uma cidade fantasma. vazia, essa sensação de ser um dos poucos sobreviventes. olha a janela, derrama uma ou outra lágrima, com a certeza de que amanhã provavelmente não será um bom dia.

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