sábado, janeiro 08, 2005

aquele velho conto

as pedras que não movemos
barreiras invisíveis que
insistem em acabar
com sonhos gravados em super 8
voando sem sentido algum
fitando flores que em sépia
procuram derrubar-te da viagem
que o futuro reservou

visões e nostalgias
e a memória que está sempre as sumir
e tirar-te a infância que jurou nunca ter vivido

incerta a ser tomada
a volta desse caminho sem fim
por esse castelo corroído
e seus pisos em marfim

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