as pedras que não movemos
barreiras invisíveis que
insistem em acabar
com sonhos gravados em super 8
voando sem sentido algum
fitando flores que em sépia
procuram derrubar-te da viagem
que o futuro reservou
visões e nostalgias
e a memória que está sempre as sumir
e tirar-te a infância que jurou nunca ter vivido
incerta a ser tomada
a volta desse caminho sem fim
por esse castelo corroído
e seus pisos em marfim
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.